Olise brilha com gol e 3 assistências; Bayern vira 2 a 0 e goleia Freiburg por 6 a 2

Na tarde de sábado, 22 de novembro de 2025, o FC Bayern München fez o que poucos conseguem: virar um jogo por 6 a 2 depois de estar perdendo por 2 a 0. Tudo isso aconteceu no Allianz Arena, em Munique, diante de uma torcida que, no início, torcia em silêncio — e no fim, gritava como se fosse final de campeonato. O responsável por transformar o desespero em euforia? Michael Olise, o jovem meia francês-inglês de 23 anos, que marcou dois gols e deu três assistências. E não foi só ele. Luis Díaz, o colombiano que já virou ídolo em Munique, ajudou na virada com uma assistência decisiva. O adversário? O SC Freiburg, que começou como se fosse o time mais forte da Bundesliga... e terminou como um esquecimento.

Do desastre ao espetáculo: a virada que abalou a Bundesliga

O jogo começou com o Freiburg impondo seu ritmo. Aos 12 minutos, o japonês Yuito Suzuki bateu de esquerda, de um ângulo quase impossível, e colocou a bola no canto. Aos 17, o congolesa Johan Manzambi aproveitou um erro de marcação e finalizou com calma. O Allianz Arena parecia um cemitério. Dois gols. Zero reação. Até que, aos 22, Lennart Karl, de 20 anos, acertou um chute de fora da área e diminuiu. O estádio respirou. Mas o verdadeiro milagre veio no acréscimo do primeiro tempo: aos 45+2, Michael Olise recebeu de Luis Díaz na intermediária, girou, fintou dois marcadores e chutou com a esquerda — 2 a 2. Foi o sinal de que o Bayern não estava morto. Estava apenas esperando o momento certo para atacar.

Olise, o artista que não precisa de palavras

O segundo tempo foi uma aula de futebol ofensivo. Aos 55, o zagueiro francês Dayot Upamecano subiu em uma escanteio e cabeceou com força — 3 a 2. Aos 60, Harry Kane, o capitão inglês, aproveitou um erro de saída da defesa do Freiburg e chutou com a perna fraca — mas com tanta precisão que o goleiro nem se mexeu. Aos 78, Nicolas Jackson, o jovem atacante colombiano de 24 anos, entrou no lugar de um cansado Goretzka e fez o quinto. E então, aos 84, veio o fechamento: Olise recebeu na direita, cortou para dentro, enganou o zagueiro com um drible de calcanhar e finalizou com o pé direito. O estádio explodiu. Dois gols. Três assistências. Um dos maiores jogos individuais da temporada. O que mais impressiona? Ele não é o centroavante. Não é o camisa 10 clássico. É um meia que joga como um atacante, com perna esquerda de artista e visão de xadrez.

A influência de Luis Díaz e o sistema de Kompany

O que muitos não notam é que Luis Díaz não apenas deu a assistência para o primeiro gol de Olise. Ele foi o elo entre a defesa e o ataque durante todo o segundo tempo. Com o Freiburg pressionando alto, Díaz recuava para receber a bola, girava, e encontrava Olise ou Kane em espaços que ninguém mais via. Ele não marcou, mas foi essencial. E isso é o que o técnico Vincent Kompany construiu: um time que não depende de um único jogador. É um sistema. É movimento. É pressão. É confiança. O belga de 39 anos, ex-zagueiro do Manchester City, transformou o Bayern em uma máquina de viradas. Eles não jogam para não perder. Jogam para matar.

Os números que não mentem

Após essa vitória, o FC Bayern München chegou a 31 pontos em 11 jogos: 10 vitórias, 1 empate, nenhum revés. O saldo de gols? +33. Isso é mais do que qualquer outro time da Europa em 2025. O Freiburg, por outro lado, caiu para 13 pontos — e agora tem que se preocupar com a luta contra o rebaixamento. Mas o mais curioso? O Bayern não perdeu uma partida desde o início da temporada. Nem mesmo quando estava atrás. Nem mesmo quando o público achava que era o fim.

O futuro: Konaté e a busca por mais defesa

Enquanto o ataque brilhava, a defesa do Bayern ainda gera preocupação. Apesar da vitória, os dois gols sofridos foram frutos de erros individuais — e não de superioridade do adversário. Por isso, segundo relatos da imprensa alemã e brasileira, o clube mantém interesse sério em contratar o zagueiro francês Ibrahima Konaté, do Liverpool FC. Com contrato expirando em junho de 2026, Konaté, de 26 anos, é exatamente o tipo de jogador que Kompany quer: forte, rápido, líder. Se o negócio acontecer, o Bayern não só se torna mais sólido — como se prepara para a Champions League com um elenco ainda mais completo.

Reações e impacto

A mídia brasileira não poupou elogios. O MeusConteudos.com.br destacou: "O Bayern voltou a brilhar na Bundesliga ao golear o Freiburg por 6 a 2, em um confronto marcado por uma virada espetacular." Já o Futebol365.pt chamou Olise de "o novo craque da nova geração alemã". E o jornal português SomosFanaticos.fans resumiu: "Depois de sofrer dois gols no primeiro tempo, o time bávaro virou a partida e ganhou por 6 a 2, em jogo válido pela 11ª rodada da Bundesliga."

Frequently Asked Questions

Como Michael Olise conseguiu tantas assistências em um jogo?

Olise atua como um meia ofensivo com liberdade total para se mover entre as linhas. Ele recebe a bola na intermediária, atrai marcadores e, com visão de jogo apurada, encontra companheiros em espaços vazios. No jogo contra o Freiburg, ele foi o principal criador de jogadas no segundo tempo, especialmente após a entrada de Jackson e Kimmich, que aumentaram a pressão sobre a defesa adversária.

Por que o Bayern não foi punido por erros defensivos?

O Bayern não foi punido porque seu ataque foi tão dominante que os erros defensivos ficaram em segundo plano. Além disso, o goleiro Manuel Neuer, aos 40 anos, fez duas defesas cruciais no primeiro tempo, mantendo o time vivo. O fato de o time marcar seis gols fez com que os erros fossem esquecidos — mas a diretoria já reconhece que a defesa precisa de reforços, como Konaté.

Luis Díaz é o novo camisa 10 do Bayern?

Díaz não é o camisa 10 clássico, mas é o principal criador de jogadas no meio-campo. Ele joga mais à esquerda, mas recua para receber e distribui como um volante avançado. Sua versatilidade o torna essencial no sistema de Kompany, onde todos se movem. Ele não precisa ser o centro do ataque — precisa ser o elo entre defesa e ataque.

O que essa vitória significa para a disputa do título?

Significa que o Bayern está em um ritmo quase invencível. Com 31 pontos e 10 vitórias em 11 jogos, eles lideram com 12 pontos de vantagem sobre o segundo colocado. A única ameaça real agora é a lesão — não o rival. Se mantiverem esse ritmo, o título será conquistado antes da metade da temporada.

Por que o Freiburg jogou tão bem no início e desapareceu depois?

O Freiburg começou com um sistema de contra-ataque bem organizado, explorando a pressão alta do Bayern. Mas quando Olise e Díaz começaram a dominar o meio-campo, o time alemão passou a pressionar com mais intensidade, forçando erros. O Freiburg perdeu a paciência, saiu para cima e deixou espaços — exatamente o que o Bayern queria.

Ibrahima Konaté é realmente o reforço certo para o Bayern?

Sim. Konaté tem a combinação perfeita: força, velocidade e liderança. Ele já jogou em alto nível na Premier League e na Champions League. Com 26 anos, ainda está no auge. Se o Bayern conseguir assinar com ele antes de junho de 2026, eles não só resolvem o problema defensivo — como garantem um dos melhores zagueiros da Europa por um preço razoável.

Comentários
  1. Maycon Ronaldo

    Esse jogo foi tipo um filme de superação, mano. Olise nem parecia humano, era um videogame em modo invencível. Aquele drible de calcanhar no final? Meu Deus. O Allianz Arena tava em silêncio e virou um concerto de gritos. E o Díaz? Ele nem marcou, mas foi o cérebro de tudo. Kompany tá construindo algo mágico aqui, não é só talento, é química. O Bayern tá numa fase que parece que o tempo parou pra eles. Nem a defesa ruim consegue arruinar isso. É como se o time tivesse um botão de restart e só apertasse quando precisava. E olha que eu não sou torcedor, mas até eu fiquei com vontade de comprar uma camisa agora.

  2. Lucas Nogueira

    Olise é o novo messi do Bayern? Nao. Mas ele é o único que tá conseguindo fazer o time respirar quando tá afogado. Kimmich tá desgastado, Kane tá velho, e o Díaz tá fazendo o papel de um volante que vira atacante. E o Freiburg? Tava jogando como se fosse final da copa, e acabou virando o time que esqueceu o uniforme no vestiário. A defesa do Bayern é um lixo, mas o ataque é tão bom que ninguém liga. Ainda.

  3. Maycon Mansur

    Virada? Não. Foi um espetáculo de incompetência defensiva. O Freiburg não perdeu. O Bayern simplesmente aproveitou o caos que criou. Eles não são melhores. São só mais sortudos. E olha que eu não sou de reclamar, mas esse estilo de jogo é insustentável. Um dia vão perder pra um time que não erra. E aí? Vão chorar de novo?

  4. Helbert Rocha Andrade

    Essa vitória mostra que o Bayern não precisa de um camisa 10. Precisa de alguém que saiba onde estar. Olise, Díaz, Kane - todos se movem. O sistema de Kompany é o que importa. Não é um jogador. É um conceito. E ele tá funcionando.

  5. Luma Eduarda

    Isso aqui é uma vergonha para o futebol brasileiro! O Bayern tá fazendo o que o Corinthians não consegue: jogar com paixão, inteligência e coração. E nós? Ainda discutindo se o Neymar é melhor que o Vinícius. O Brasil tá perdendo o rumo. Olise tem mais garra que 90% dos nossos jogadores. E não quero ouvir falar de ‘tática’ - isso é alma. E alma não se compra, se nasce. E o nosso futebol tá morrendo de sede.

  6. Roberto Hauy

    Olise n tem 23, ele tem 25, o site ta errado. E o Díaz não é colombiano, ele é de Barranquilla, mas é de nacionalidade colombiana e portuguesa, não é? E o Konaté? Ele não vai virar, o Liverpool não deixa. Eles querem o Lautaro, mas tá tudo escondido. E o Neuer? Ele tá com 40, mas tá jogando com 20. O Bayern tá usando tecnologia de rejuvinação. Eles tem um laboratório secreto em Munique. Tudo isso é fake news, mas é o que eles querem que a gente acredite.

  7. Rodrigo Donizete

    Claro que o Bayern venceu. Mas quem garante que não foi manipulado? A UEFA tem um algoritmo que ajusta resultados para manter o Bayern no topo. Eles não são melhores. São escolhidos. O Freiburg foi programado para perder. Olise? Ele é um clone de um jogador da Liga Árabe. Tudo isso é um experimento. O dinheiro do Qatar está por trás disso. E o Konaté? Ele já foi contratado, mas o contrato tá escondido em um blockchain. Ninguém sabe, mas eu sei.

  8. Talita Marcal

    É imprescindível ressaltar que a eficiência operacional do Bayern München, sob a liderança tática de Vincent Kompany, demonstra uma sinergia sistêmica entre os níveis de pressão alta e transição ofensiva, com um índice de eficácia de 89% nas ações de finalização após recuperação de bola. O desempenho de Olise, enquanto meia ofensivo de liberdade ampla, exerce uma função de node central na rede de criação, com uma taxa de conclusão de passes de 92% em zonas de risco. A contribuição de Díaz, embora não estatisticamente visível, é fundamental para a manutenção da densidade espacial no terço intermediário, o que otimiza a dispersão defensiva adversária. A contratação de Konaté não é uma necessidade - é uma imperativa estratégica para mitigar a vulnerabilidade estrutural da linha defensiva, cuja taxa de erros individuais supera o limite de tolerância de segurança operacional. Este é um modelo de excelência que merece ser estudado em todas as academias de futebol da Europa.

  9. Eliberio Marcio Da Silva

    Esse jogo me deu esperança, sabe? Tava cansado de ver time grande se achar melhor e perder de tudo. Mas o Bayern? Eles não desistem. Nem quando o estádio tá mudo. Eles só esperam. E quando chega o momento, eles atacam. Olise não é só talento. É coragem. E Díaz? Ele não quer o holofote. Ele quer o jogo funcionar. E isso é raro. O futebol tá ficando tão frio. Mas esse time ainda tem alma. E eu acho que isso vale mais que qualquer título.

  10. Gih Maciel

    Se o Bayern quer conquistar a Champions, precisa resolver a defesa. Mas não é só Konaté. Precisa de um volante de marcação. Kimmich tá cansado. Goretzka não é o cara. Eles precisam de alguém que cubra espaço. E se o Konaté não vier, o mercado tá cheio de opções. Mas tem que ser rápido. O time tá brilhando, mas a base tá rachando.

  11. Edson Hoppe

    Essa vitória é um sinal. O futebol tá morrendo e o Bayern tá tentando ressuscitar ele com sangue de garoto francês. Olise é o novo messi? Não. Mas ele é o único que ainda acredita. O resto? É marketing. O Freiburg foi um sacrifício. O estádio foi um palco. E o mundo? Ainda não entendeu.

  12. Carols Bastos

    Quero só dizer que o Díaz é um jogador subestimado. Ele não precisa de gols. Ele precisa de espaço. E quando ele recua, ele não está fugindo - ele está criando. Olise é o fruto disso. Kompany entendeu que o futebol moderno não é sobre individualismo. É sobre conexão. E esse time tá conectado. Não é perfeito. Mas é humano. E isso, pra mim, é o mais bonito.

  13. Leandro Bordoni

    Alguém pode me explicar por que o Freiburg parou de pressionar no segundo tempo? Eles começaram tão bem. Será que foi a pressão psicológica do estádio? Ou foi o estilo do Bayern que desmontou o esquema deles? Porque o que eu vi foi um time que perdeu a cabeça. E isso não é só tática. É mental. E o Bayern soube explorar isso. Isso é mais difícil do que marcar seis gols.

  14. EDMAR CALVIS

    Essa virada não é milagre. É filosofia. O Bayern não joga para vencer. Ele joga para transformar a dor em poder. O silêncio do estádio não era medo. Era expectativa. E quando Olise tocou na bola, ele não só mudou o jogo - ele mudou o significado do esforço. O futebol não é sobre gols. É sobre resiliência. E esse time é a encarnação disso. A defesa pode cair. Mas a alma? Ela não cai. Ela explode.

  15. Jonatas Bernardes

    Olise é o novo messi? Nada disso. Ele é o novo símbolo da decadência do futebol moderno. Tudo é movimento, mas ninguém pensa. Tudo é velocidade, mas ninguém sente. O Bayern tá vencendo com algoritmos, não com coração. E o Konaté? Ele vai virar um produto de marketing. Eles vão vender camisetas com o nome dele e esquecer que ele é um ser humano. O futebol tá virando um app. E nós? Nós só clicamos em 'like' e esquecemos o que é verdade.

  16. Camila Lasarte

    É inadmissível que o futebol brasileiro continue ignorando esse nível de jogo. O Bayern não é um time. É um sistema. E nós? Nós ainda discutimos se o jogador é 'nacional' ou 'estrangeiro'. Isso é miséria intelectual. O Brasil não precisa de mais craques. Precisa de mais técnicos que entendam que o futebol é uma ciência. E não um circo.

  17. leonardo almeida

    Essa vitória é uma farsa. O Freiburg não perdeu por mérito. Perdeu porque o Bayern tem mais dinheiro, mais mídia e mais poder. O mundo inteiro sabe. Eles só fingem que é futebol. Mas é marketing. É política. É dinheiro. E o Olise? Ele é um boneco. Um boneco bem feito, mas ainda assim, um boneco.

  18. Gih Maciel

    Se o Konaté não vem, o Bayern vai ter que apostar no Lenz. Ele é mais barato, mais rápido e já conhece o sistema. O problema não é a defesa. É o ritmo. O time tá cansado de jogar 90 minutos com pressão. Precisa de alguém que dê descanso ao Upamecano. E o Lenz é a solução.

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